Um grupo de engenheiros do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram um novo método capaz de ferver a água rapidamente. A partir de estudos voltados aos eventos físico químicos da matéria, puderam observar um padrão de comportamento da substância. No laboratório, os primeiros testes já começaram com otimismo.
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Previamente, os membros da pesquisa sabiam das possíveis reações, facilitando a experiência. O resultado final dependeu da interpretação de fenômenos ligados à evaporação, que pode ser observado em casa quando algo está na panela.
Apesar do otimismo, a atividade é complexa e só deve ser testada em ambientes hermeticamente seguros, evitando acidentes. Reforçando que a iniciativa só passa a ser útil enquanto uma grande quantidade de material estiver sendo manipulado.
Unindo conhecimentos sobre moléculas, puderam provar a capacidade da fervura por indução
Em fábricas de diferentes setores a água é uma matéria prima indispensável, e no processo de aquecimento não costumam ocorrer intervenções. Sendo assim, os funcionários ou uma máquina esquentam o conteúdo de forma simples. Nesse caso, não tentam alterar o fluxo de calor, deixando formar uma fina camada de pequenas bolhas, que cria uma resistência à liberação de vapor.
Considerando as leis químicas, perceberam que ao fazer pequenos movimentos com um utensílio, na superfície da água, a fervura acontecia em menos tempo. a ideia não era ficar mexendo, assim como acontece em preparos culinários, mas gerar uma cisão superficial, dado vazão à vaporização.
Essa análise final foi publicada na revista científica Advanced Materials, considerada de grande valor para que processos sustentáveis sejam adotados pelas grandes empresas.


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